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Valorizar o Património: Município apoia reabilitação da Capela de Nossa Senhora das Candeias

13 Julho 2021

O Presidente da Câmara Municipal assinou um protocolo de colaboração com a Fábrica da Igreja Paroquial da Igreja de Nossa Sra. Monserrate - Comissão Melhoramentos e Festas da Capela Nª Sra. Das Candeias, no âmbito do programa “Valorizar o Património”, para que o município apoie a reabilitação da capela situada no Largo Maestro José Pedro. De acordo com o documento, a requalificação da Capela de Nossa Senhora das Candeias será apoiada com uma verba de 15 mil euros para substituição da cobertura e arranjos interiores.


A Capela, localizada junto à doca, foi edificada sob a invocação do Santo Homem Bom, patrono dos alfaiates e sirgueiros. Foi construída em 1621 e, no seu interior, podem ver-se as imagens da Senhora da Luz, ladeada por Santo Homem Bom e São Miguel Arcanjo. Possui uma lápide de 1944, testemunhando e homenageando as benfeitorias de João Alves Cerqueira e Vasco d' Orey.


Recorde-se que, em março deste ano, a Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou um investimento global de 180 mil euros na 1ª fase da Reabilitação e Valorização do Património, que vai beneficiar oito igrejas e capelas do concelho. O programa “Valorizar o Património” tem como objetivos qualificar espaços de valor arquitetónico, histórico e artístico relevante para o território; dinamizar o potencial cultural destes espaços enquanto locais privilegiados de fruição cultural; promover e valorizar os espaços referidos enquanto locais de visitação e atratividade turística.


O Património Cultural Religioso e Monástico assume particular relevância no concelho de Viana do Castelo pela antiguidade, pela excecionalidade da arquitetura e da arte integrada, pelo testemunho de outras épocas e de outras mentalidades e porque se configuram como locais de enorme potencial para o conhecimento da ciência e da cultura.


O programa privilegia alguns edifícios que se incluem neste domínio do Património Cultural e que apresentam algumas condições de risco ou desadequadas, a saber: risco de colapso físico, acesso e circuito condicionados, obras de arte em avançado estado de deterioração, ausência de conteúdos e sinalética.