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Unidade Móvel de testes rápidos para despiste da COVID-19 vai percorrer freguesias do concelho

05 Novembro 2020

O executivo da Câmara Municipal de Viana do Castelo aprecia hoje, em reunião ordinária, um protocolo entre o Município e a Cruz Vermelha Portuguesa para implementação do projeto “Saúde mais Próxima”, que inclui a criação de uma Unidade Móvel de testes rápidos no âmbito da pandemia por COVID-19.


A aquisição da Unidade Móvel representa um investimento de 15 mil euros, sendo que o apoio para a constituição de uma equipa multidisciplinar implica um investimento de 3.000 euros por mês.


Conforme indica o protocolo, o Centro Humanitário do Alto Minho, em parceria com o Gabinete da Cidade Saudável do Município de Viana do Castelo, pretende implementar um projeto de proximidade às populações que implica a implementação de uma unidade móvel com diversas valências que permitem levar à comunidade a resposta e prestação de cuidados de saúde à população em geral e, em particular, a idosos com mobilidade reduzida. Esta unidade irá deslocar-se às diversas freguesias, de acordo com o planeamento da atividade do serviço e, a curto prazo, irá incluir os testes rápidos.


Esta unidade vai abranger áreas como a literacia para a saúde, prestação de cuidados de enfermagem (apoio domiciliário, rastreios, vigilância do estado de saúde físico/psíquico), apoio ao cuidador, tendo ainda uma vertente social na qual se implementará uma unidade de voluntariado de proximidade, que visa combater a solidão/isolamento social de que muitos idosos padecem.


Este projeto pretende contribuir para a manutenção da autonomia, independência, qualidade de vida e recuperação global das pessoas de idade mais avançada, prioritariamente na sua área de residência, combatendo o isolamento e a exclusão social.


Portugal e os portugueses foram confrontados, nos últimos meses, com as graves consequências da COVID-19, doença qualificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como pandemia internacional. A situação epidemiológica da COVID-19 tem tido uma evolução preocupante em todo o mundo e, em particular, na União Europeia, onde a sua intensidade e duração ainda se apresentam como imprevisíveis.


O protocolo realça o facto de o papel dos diferentes agentes da proteção civil no combate à pandemia se ter revelado “de um estoicismo e de uma perseverança inabalável, obrigando a um desgaste dos seus profissionais e equipamentos”, assegurando que a Cruz Vermelha Portuguesa – Centro Humanitário do Alto Minho tem sido um desses agentes, “com um papel de suma importância no combate e no auxílio das populações no âmbito da COVID-19”.