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Autarca de Viana do Castelo apela ao Governo para que alargue serviços mínimos a todos os municípios

17 Abril 2019

Atendendo às dificuldades já sentidas na recolha de resíduos sólidos e noutras áreas de intervenção municipal, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, apela ao Governo para que os serviços mínimos presentes na requisição civil dos motoristas de matérias perigosas sejam alargados aos municípios.

Para o autarca vianense, a requisição civil dos motoristas de matérias perigosas não pode abranger apenas Lisboa e Porto, já que todos os municípios estão a ser afetados por esta greve. Para José Maria Costa, é necessária a extensão dos serviços mínimos a todo o território nacional.


Hoje, a administração dos Serviços Municipalizados de Saneamento Básico de Viana do Castelo (SMSBVC) já tinha anunciado a necessidade de reduzir a frequência da recolha de resíduos devido à falta de combustível para abastecimento da frota automóvel. A administração dos SMSBVC informou que não estava imune à greve dos motoristas de matérias perigosas e que os Serviços Municipalizados estão a sentir dificuldades na obtenção de combustível, o que compromete a recolha dos resíduos.


A greve nacional dos motoristas de matérias perigosas começou às 00h00 de segunda-feira, tendo sido convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas por tempo indeterminado, para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica.


Em Portugal existem cerca de 800 camionistas habilitados a transportar mercadorias perigosas, nomeadamente matérias explosivas, inflamáveis (combustíveis), químicos, radioativos, oxigénio ou materiais criogénicos.