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Assembleia Municipal aprovou alteração orçamental para permitir financiar novos acessos rodoviários ao porto de mar

23 Abril 2018

A Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, a alteração orçamental ao Plano Plurianual de Investimentos de 2018 para financiar a empreitada de construção do acesso rodoviário ao sector comercial do porto de Viana do Castelo.


Esta alteração, que fica a dever-se ao facto de no momento da elaboração do Plano e Orçamento ainda não existir informação completa sobre quem iria ser o promotor da empreitada, vai assim permitir à Câmara Municipal lançar a empreitada, sendo que à Administração Portuária da APDL caberá desenvolver o processo de expropriações dos terrenos necessários à execução da obra.


Neste sentido, a assembleia municipal aprovou a Alteração Orçamental do PPI com as verbas necessárias nos anos de 2019 e 2020, respetivamente 4.500.000 euros e 3.715.000 euros. O modelo de financiamento da obra, que se espera venha a ter comparticipação comunitária no atual quadro do Portugal 2020, será garantido em 2.000.000 euros pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e o restante pela APDL – Administração do Porto do Douro, Leixões e Viana do Castelo.


“Atendendo à relevância desta obra e do peso da sua componente financeira nos próximos anos informamos também a Assembleia Municipal. Este projeto é de grande relevância concelhio e regional pois neste momento a acessibilidade terrestre ao porto de Viana do castelo constitui um constrangimento ao seu crescimento, uma vez que o acesso faz-se atualmente atravessando a Vila de Darque, cujo traçado é restritivo”, sublinha o autarca José Maria Costa na proposta apresentada.


De acordo com José Maria Costa, para aumentar a competitividade e atratividade do Porto de Mar é necessário aumentar a fluidez do tráfego, reduzir tempos de percurso dos veículos pesados e redução dos custos de transporte. “Esta nova acessibilidade vem também melhorar a acessibilidade à A28 e à Zona Industrial de Neiva/Chafé/Alvarães potenciando as importações e exportações das novas unidades industrias instaladas e em fase de instalação bem como do hinterland do Alto Minho e das Áreas Metropolitanas de Braga e do Porto”, sublinhou ainda.