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Exposições Anteriores (Museu de Artes Decorativas)

“Terra Água Vento”
5 a 20 de setembro 2020
 

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O livro Terra Água Vento, de Paulo Alegria e Raul Pereira, obra ilustrativa do fenómeno contemporâneo do desporto na natureza e atividades recreativas no Alto Minho, com publicação pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, foi apresentado no dia 5 de setembro, no Museu de Artes Decorativas (Museu Municipal) de Viana do Castelo e em simultâneo, foi inaugurada a exposição de fotografia homónima, de Paulo Alegria, que ficou patente ao público até ao dia 20 de setembro.A obra mostra mais de trinta desportos e de centenas de pessoas que traçam não só a realidade atual nos dez municípios alto-minhotos, mas também uma ideia universal de exercício físico e aventura que cruza o fascínio pela paisagem com o lúdico dos amadores e o esforço dos grandes atletas.

“Recantos de Viana: Desenhos de George Loukomski”

De 19 de junho a 2 de agosto 2020

George Kreskentevich Loukomski (1884-1952), nasceu em 1884, na cidade russa de Kaluga, no seio de uma família aristocrata. Frequentou arquitetura na Escola de Arte de Kazan, entre 1901 e 1903, e na Academia Imperial de Artes, de São Petersburgo, tendo concluído a sua formação de arquiteto, em 1915.

No decorrer da sua formação artística, na primeira década do século XX, viajou pela Rússia e pela Europa, passando por França, Itália, Suíça, Alemanha e Polônia, para estudar arquitetura e a arte produzida nas capitais europeias.

No período em que viveu na Rússia, desempenhou relevantes funções na área do património artístico, sendo conservador de museus, em São Petersburgo e curador de coleções de arte da Corte Imperial Russa. Foi ainda, membro da Academia Russa de Belas Artes e participou em exposições individuais e coletivas nos salões da União de Artistas Russos.

Entre 1921 e 1925 G. Loukomski viveu em Berlim. Seguiu para Paris e em 1925, o seu trabalho artístico foi reconhecido pela Academia Francesa de Belas Artes. A partir de 1940, estabeleceu-se em Londres, onde continuou a sua vocação de historiador e crítico de arte em revistas da especialidade e como artista plástico, principalmente na área do desenho, de obras arquitetónicas.

Em Portugal, George Loukomski participou na primeira Missão Estética de Férias (MEF), na cidade de Tomar, a 08 de agosto, a convite do Diretor da Missão, o arquiteto Raul Lino.

Participaram nessa MEF, um formador, seis pintores, quatro arquitetos e um escultor, todos estagiários das escolas de Belas Artes de Lisboa e Porto.

G. Loukomski e o pintor Joaquim Lopes integraram a “Missão” como “agregados”, previsto no regulamento, por serem artistas e académicos correspondentes da Academia Nacional de Belas Artes, criada em 1932.

A sua presença, em Viana do Castelo, ocorre durante o mês de julho de 1937, conforme registado nos seus desenhos, portanto anterior à sua estadia em Tomar.

Em Viana, o artista/arquiteto realizou muitos desenhos na temática que mais o fascinava, os antigos edifícios e motivos arquitetónicos da cidade, que ilustra bem a sua formação artística e capacidade criativa.

São esses desenhos colocados em exposição realizada, no final do mês de julho de 1937, na sede da Assembleia Vianense, espaço de convívio, situado no edifício dos Sotto Maior, à Praça da República.

A apresentação da obra e do autor coube ao Vereador da Cultura, Dr. João da Rocha Páris, que teceu elogiosas considerações sobre Loukomski “estamos em frente dum grande artista, que soube sentir o encanto das pedras dos nossos monumentos, dos nossos pátios, das nossas fontes, dos nossos recantos, dando-lhes vida e marcando-lhes, com a mestria do seu traço firme, aspetos que mais as realçam ainda”.

Na ata da Câmara Municipal de Viana de 28 de julho, e poucos dias após a exposição, o Presidente do Executivo Camarário, Dr. José António de Matos propõe, a aquisição dos trabalhos de George, no total de 59 desenhos, por dez mil escudos e reconhece; “revelou-nos o distinto arquiteto pormenores e singularidades do nosso património monumental e artístico em que ainda não tinham reparado tanto os vianenses como os estranhos”, refere ainda, (…) “possuindo esta Câmara um museu, natural é que ali se recolhessem, pelo menos, alguns desses desenhos de tamanho valor evocativo”.

O museu referido era à época designado de Arte Regional, hoje Museu de Artes Decorativas ao qual este núcleo de desenhos pertence.

O pintor Loukomski era conhecedor das técnicas de pintura e por isso, utilizou como suporte para os desenhos, dois formatos de papel Ingres (62,5 x 47,5cm e 47,5 x 31cm) com marca d’água, por oferecer qualidade e resistência, mas também por ser o papel adequado à aplicação do pau de carvão, do lápis e do pastel, as técnicas secas que mais usou nos seus trabalhos.


A mostra que agora é exibida reúne a totalidade dos desenhos adquiridos ao artista em 1937, e revelam não só a personalidade artística do seu autor, mas a relação privilegiada entre o património e o desenho, com preciosos registos sobre a arte, os monumentos históricos e o quotidiano local. Tornam-se assim documentos importantes no estudo da arquitetura e espaços urbanos da nossa cidade, durante o segundo quartel do século XX.

Bibliografia: 
-Figueiredo, José de – Exposição Georges K. Lukomski; Sinagogas antigas da Europa, séculos XI a XVIII), Lisboa, Associação da Juventude de Israelita, 1936;

-Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 27/09/1925, suplemento, p. 1. 16;

- Xavier, Pedro Amaral; Educação Artística no Estado Novo: as Missões Estéticas de Férias e a doutrinação das elites artísticas, III Congresso Internacional da A.P.H.A, 2004;

-Ata da Câmara Municipal de Viana do Castelo, 28 Julho 1937;

-Cadernos Vianenses, Tomo XX.

  

“Natividade – Presépios Historiados"
De 30 de novembro a 12 de janeiro de 2020

No Museu de Artes Decorativas, de 30 de novembro até ao dia 12 de janeiro, está patente a Exposição “Natividade – Presépios Historiados”. No âmbito da programação de Natal, o museu disponibiliza aos visitantes, no espaço da “Galeria Carolino Ramos”, obras do acervo do artista vianense referentes ao ciclo da natividade, a que se associam obras da mesma temática cedidas pela Paróquia de Monserrate (Igreja de S. Domingos).

As obras, concebidas em diversas técnicas e materiais, incluem esculturas em madeira, cerâmica, marfim, pinturas a óleo sobre madeira, óleo sobre tela, relevos em madeira policromada, pintura a têmpera sobre pergaminho e desenhos a tinta-da-china. 

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Centenário do Armistício - Exposição “Colecionar em Tempo de Guerra”
De 11 de novembro a 30 de dezembro 2018

Dos acontecimentos marcantes da I Guerra Mundial (1914 -1918), destaca-se a participação de militares vianenses na Brigada do Minho, sob o comando do Major Xavier da Costa na batalha de La Lys, a 9 de Abril de 1918.

De expressivo significado para a cidade de Viana, e para os vianenses que naquela época viram partir os militares para combaterem na guerra com grande heroísmo.

Na contextualização histórica da época, caracterizada por adversidades políticas, económicas e sociais destacamos o altruísmo de figuras ilustres vianenses, que pelo gosto do colecionismo e pela sua generosidade foram decisivos para a realização de uma primeira exposição sobre cerâmica, intitulada  "Retrospetiva de Cerâmica Nacional” - 1915, em Viana do Castelo.”

Exposição A Faiança de Viana na Coleção de António Vinagre
14 de julho a 28 de outubro 2018

A cidade de Viana do Castelo possui um riquíssimo património - A Faiança da Fábrica de Darque (1774 - 1855).

Com esta exposição pretende-se divulgar um património que muitas vezes se encontra nas mãos de colecionadores particulares, como é o caso de António Vinagre, um apaixonado colecionador da faiança de Viana. Com esta iniciativa - “Faiança de Viana e os Colecionadores: um mundo a descobrir e a partilhar”, pretende-se valorizar um património local que os visitantes tanto admiram, no Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo.

 

 

Exposição Carolino Ramos – quatro décadas a desenhar Viana
13 de abril a 30 de junjo de 2018

De 13 de abril a 30 de junho de 2018 esteve patente no Museu do Traje e no Museu de Artes Decorativas a Exposição em homenagem a Carolino Ramos: quatro décadas a desenhar Viana.

No âmbito desta homenagem foi assinado um Protocolo de Doação do espólio do pintor, no Museu de Artes Decorativas.

Exposição "Pintores da Nossa Cidade: 3 Séculos a pintar Viana"
27 de janeiro a 29 de abril de 2018

A mostra apresenta os artistas plásticos vianenses já falecidos e que constam também de uma agenda editada recentemente pela autarquia.

A exposição, organizada pela Câmara Municipal, com design de Rui Carvalho, textos de Porfírio Silva e catalogação de Ricardo Rodrigues, apresenta obras de nomes mais ou menos conhecidos da arte de Viana do Castelo. José de Brito, Alberto de Souza, Luiz Filipe, Manuel Couto Viana, Carolino Ramos, António Alves, Araújo Soares, Álvaro Rocha, Juvenal Ramos, Élder Carvalho, Salvador Vieira e Fernanda Soares fazem parte dos artistas já falecidos a integrar esta mostra.


"VacceArte - Arte contemporânea de inspiração vaccea - 9ª edição Canecas Rituais / Jarros Rituales"
8 de outubro a 31 de dezembro 2017

O Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo acolhe, até 31 de dezembro, a exposição “"VacceArte - Arte contemporânea de inspiração vaccea - 9ª edição Canecas Rituais / Jarros Rituales", organizada pelo Museu de la Universidad de Valladolid (MUVa) - Centro de Estudos Vacceos. A mostra apresenta uma nova perspetiva dos artefactos utlizados pelos Celtas Peninsulares.

A exposição, com obras de quase quarenta artistas, apresenta-se como uma nova forma de ver os artefactos milenares utlizados pelos povos do período pré-romano, autênticas obras de arte arqueológica, que assim ganham nova vida com a exposição de arte contemporânea de inspiração da arte vaccea.

“Um realismo cosmopolita” - Exposição da Fundação de Serralves
De 27 de junho a 3 de setembro 2017
"Prazeres Sob Ocupação | Occupied Pleasures"– Exposição de TANYA HABJOUQA
4 a 26 de abril de 2017

Produção: ESTAÇÃO IMAGEM



Exposição “Azulejos, na visão dos artistas Romenos”
De 10 de março a 2 de abril 2017

Exposição apresentada pelo crítico e curador do Museu Nacional do Azulejo, Dr. Alexandre Pais.



Exposição “Veleiros do Nosso Porto” - Miniaturas de João Gonçalves Pinto "Calafate"
De 4 a 26 de fevereiro 2017

O Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo recebe, de 4 a 26 de fevereiro, a exposição “Veleiros do nosso porto”, que integra as 53 miniaturas de veleiros oferecidas por João Gonçalves Pinto “Calafate” e ainda alguns documentos relativos a esta personalidade de Viana do Castelo, doados por Cecília Martins à autarquia.

A mostra, inaugurada pela vereadora da Cultura, Maria José Guerreiro, inclui assim as miniaturas do “Calafate”, um homem natural de Darque que nasceu no seio de uma família que se dedicava à construção naval e que, aos 85 anos, doou à Câmara Municipal miniaturas de navios, sobretudo veleiros, que marcaram o perfil do porto da cidade.De lembrar que o Museu de Artes Decorativas apresenta, no seu acervo, doações de vários particulares que, confiando na responsabilidade e rigor dos serviços municipais, deixaram ao cuidado do Município coleções ou objetivos de inestimável valor, sobretudo simbólico e afetivo.



Exposição Obras de Cerâmica e Pintura de António Pedro, por ocasião dos 50 anos do seu falecimento.
De 17 a 28 de agosto de 2016

António Pedro, com ascendência minhota e irlandesa, nasceu a 09 de dezembro de 1909. Foi um espírito multifacetado e aberto a todas as experiências da criação artística: foi prosador, poeta, jornalista, pintor, conferencista, crítico de arte, polemista, locutor e comentador de rádio e televisão, ceramista, decorador, encenador e teatrólogo. 
Também a cerâmica de Viana ganhou novo fôlego com a chegada de um “génio da cerâmica” com modelos inéditos e, em 1952, criou uma oficina de cerâmica artística em Moledo do Minho, onde tirou partido das técnicas da fábrica da Meadela. Expôs em numerosas exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro, tendo falecido em Moledo a 17 de Agosto de 1966.

Exposição António Pedro Exposição António Pedro

Exposição "Das Mãos à Alma" de Fernando Lima
De 18 de agosto a 25 de setembro 2016

“Das mãos à alma… traduzindo o sentido da vida em formas de ouro… enriquece o existir do Ser, alma de Viana!"

Das Mãos à Alma - Exposição Das Mãos à Alma - Exposição


Exposição “O Tempo Resgatado ao Mar”
De 9 de julho 2016 a 4 de janeiro 2017

Spot Promocional da exposição “O Tempo Resgatado ao Mar" disponível para visualização através do link abaixo indicado:

https://www.youtube.com/watch?v=FrbdV5xJN_o


O MAR, recurso sempre presente na nossa história coletiva, foi novamente escolhido neste início de século para desígnio nacional, determinação acompanhada de um amplo debate público sobre a necessidade de criar uma estratégia nacional que se consubstancia, por exemplo, no propósito do reconhecimento internacional da extensão da plataforma continental portuguesa.
Neste contexto, a opção por uma exposição cuja maior parte do espólio é proveniente do fundo do mar – um ambiente misterioso e inacessível para a grande maioria de nós, mas onde existem abundantes vestígios de histórias de outros tempos e de muitas gentes quase sempre associados a uma dimensão trágico-marítima

"O tempo resgatado ao mar" damos a conhecer os principais resultados da atividade arqueológica náutica e subaquática realizada em Portugal nos últimos cerca de trinta anos.
Na exposição podem ser contempladas pela primeira vez, três pirogas monóxilas em madeira de carvalho provenientes do rio Lima - piroga nº 1, piroga nº 6 e piroga nº 2.

Esta exposição é organizada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, Direção Geral do Património Cultural e Museu Nacional Arqueologia.

O Tempo Resgatado ao Mar O Tempo Resgatado ao Mar O Tempo Resgatado ao Mar
O Tempo Resgatado ao Mar O Tempo Resgatado ao Mar


Exposição “Americanos”, Fotografia de Christopher Morris
De 15 de abril a 31 de maio 2016

No âmbito do Prémio Estação Imagem 2016 Viana do Castelo - Prémio Internacional de Fotojornalismo

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Há dez anos, Christopher Morris veio a Lisboa com James Nachtwey, outro dos fundadores da Agência VII, para participarem no júri do concurso de fotojornalismo da revista Visão.

Durante a conferência que se seguiu à entrega dos prémios, Morris projetou um trabalho que tinha feito no ano anterior na Coreia do Norte.

Uma história em imagens de um país pobre, parado no tempo, dominado pelo culto de Kim Il-sung e com a omnipresença do exército. Uma reportagem que não perdeu atualidade e da qual ainda retenho algumas imagens. 

Regressou em 2014, dessa vez ao Alentejo, para integrar o júri do Prémio Estação Imagem | Mora, e o seu espírito livre de preconceitos alimentou, durante a conferência, um debate caloroso pelo facto de o júri ter transferido uma reportagem de uma largada de touros da categoria de espetáculos para a de desporto.

Estavam em confronto duas visões diferentes: uma europeia, que entendia que era um espetáculo de cultura tradicional, e a de Morris, que a via como uma atividade meramente desportiva. 

Ao longo dos anos, Morris tem desenvolvido um trabalho sobre os americanos que já foi exposto várias vezes e publicado em livros, mas nunca com o alinhamento e a escolha de fotografias que estão neste catálogo.

É um trabalho intemporal este que aqui vos apresentamos, onde os americanos olham mais para dentro de si próprios do que para o exterior, onde a solidão habita as pessoas fotografadas, e em que as armas, a bandeira e a guerra criam uma atmosfera tensa e pesada.

No entanto, e apesar de ter sido ele próprio agredido recentemente por um segurança num comício de Donald Trump, quando tentava fotografar o protesto que podem ver na página 30, Morris tem um olhar terno e preocupado para com os seus compatriotas e o seu país. 

Sinto-me honrado pela confiança que Christopher Morris depositou na Estação Imagem.

Para aceder ao catálogo da Exposição Clique aqui

"200 anos do Reino Unido de Portugal, do Brasil e dos Algarves”
(Para mais informação Clique aqui)
1 de dezembro de 2015 a 3 de abril de 2016

Uma organização da Câmara Municipal de Viana do Castelo e do Instituto D. João VI.



Exposição de Fotografia «8 Espaços para 7 Olhares»
18 de setembro a 31 de outubro de 2015 

Está patente no Museu de Artes Decorativas em Viana do Castelo, a exposição de fotografia «8 Espaços para 7 Olhares».

Iniciativa da Direcção Regional de Cultura do Norte, a mostra insere-se no projeto Rota das Catedrais do Norte de Portugal e apresenta propostas de Egídio Santos - Concatedral de Miranda do Douro; Inês d’Orey - Sé de Viana do Castelo; Luís Ferreira Alves - Sé Catedral do Porto; Paulo Alegria – Sé Catedral de Lamego; Paulo Pimenta - Sé Catedral de Braga; Pedro Lobo - Sé de Vila Real; Rita Burmester - Antiga Sé de Bragança e Sé Catedral de Bragança (nova). 
Trata-se de uma exposição itinerante que irá percorrer as cidades onde se localizam as Sés do Norte de Portugal. Depois de ter passado por Bragança, mais precisamente pelo Museu do Abade de Baçal, a mostra ficará agora patente ao público no Museu de Artes Decorativas em Viana do Castelo, de onde sairá para, com caráter excecional, ser apresentada em Santiago de Compostela.



Exposição: “à Flor do Mar” de Fernanda Vilas Boas
13 de junho a 31 de agosto de 2015

(Download da Folha de Sala)


Exposição “Araújo Soares: Um Homem, Uma Vida”
9 a 31 de maio de 2015

O Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo recebe, até ao final de Maio, a exposição “Araújo Soares: Um Homem, Uma Vida”.

Trata-se de uma homenagem da Câmara Municipal de Viana do Castelo ao pintor vianense, falecido em 2007, e que inclui os seus últimos trabalhos integrados no acervo da família do artista. 
Em exposição estão cerca de três dezenas de aguarelas que retratam as gentes, costumes e tradições do Minho, nomeadamente as mulheres nas feiras, festas e romarias, numa mostra que pode ser visitada de terça a domingo, das 10H00 às 18H00. 



Exposição "Faiança Farmacêutica"
7 de março a 30 de setembro de 2015


“A Arte Nova nos Azulejos em Portugal – Coleção de Feliciano David e Graciete Rodrigues”
31 de janeiro a 5 de abril de 2015

A mostra “A Arte Nova nos azulejos em Portugal” da autoria de António José de Barros Veloso e Feliciano David está patente até 5 de abril no Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo, ele próprio conhecido pela riqueza azulejar que ostenta.

A exposição apresenta uma coleção de azulejaria nacional e internacional de pendor Arte Nova, cuidadosamente reunida ao longo dos anos pelos autores.

Em exposição estão mais de setenta painéis representativos das mais importantes fábricas nacionais e internacionais.

A coleção pretende divulgar as várias tendências e tipos de azulejos que se encontram em Portugal e foi inaugurada no passado fim de semana numa sessão que contou com a presença de Feliciano David, que esteve no Museu de Artes Decorativas. 

“Tesouros do Museu de Artes Decorativas”
16 de novembro a 30 de junho de 2014


Organização: Câmara Municipal de Viana do Castelo 

O Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo (MADVC), integrando a Rede Portuguesa de Museus desde 2002, possui colecções de qualidade excepcional e o seu espólio contribui decisivamente para um profundo conhecimento da identidade cultural da cidade e da região.
Partindo das esculturas em gesso de Serafim Neves, passando pela arte cíngalo-portuguesa, do séc. XVI, pela emblemática caixa de pesos-padrão, do séc. XV, pelos delicados desenhos a tinta sépia ou a sanguínea, pelo mobiliário indo-português do séc. XVII, pelas faianças das fábricas do Porto, Gaia, Darque, Lisboa e Coimbra, pelos icónicos azulejos, desaguamos numa colecção de caravelas e naus executadas por João Gonçalves Pinto “Calafate”.
O MADVC está de parabéns! Comemoram-se os 90 anos da sua existência ao serviço dos vianenses e de todos os que o visitam! Mas comemora-se, sobretudo, a sua capacidade de se revigorar, de se inovar e de nos seduzir com os seus tesouros!

II Encontro Internacional de Artistas Visuais - Vi'Art
4 de outubro a 2 de novembro de 2014




“Rostos dos Estaleiros Navais” Fotografias de Egídio Santos
5 de abril a 18 de maio de 2014

Organização: Câmara Municipal de Viana do Castelo 

"Em 1991 estive nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em reportagem para o jornal “O Independente”.

Foi uma visita breve mas que me deixou vontade de voltar para realizar um trabalho mais abrangente sobre o dia-a-dia dos ENVC.

Regressei por mais duas vezes nesse ano de 1991 e pude andar livremente por todos os espaços a fotografar. Retratos, momentos de trabalho e de descanso, pormenores dos barcos. 
Estas imagens ficaram guardadas nos meus arquivos durante 23 anos tendo-as resgatado aos meus arquivos durante o final do ano passado para que fosse mais “uma voz” na luta pela defesa dos ENVC. 

Nos dias 7 e 13 de Dezembro de 2013 realizaram-se duas manifestações em Viana do Castelo em protesto pela decisão de encerrar os estaleiros, despedindo a totalidade dos trabalhadores.
Milhares de pessoas associaram-se aos trabalhadores dos Estaleiros nestes protestos.

O que testemunhei foram rostos de revolta e tristeza de toda uma comunidade que vê desaparecer uma empresa que de forma mais ou menos direta estava ligada a todas as famílias da região."

EGÍDIO SANTOS
Nascido no Porto em 1970, tirou o Curso de Fotografia da Escola Superior Artística do Porto. Trabalhou em diversos periódicos com destaque para “O Independente”, “Jornal de Negócios” e “Revista Exame”. Colabora com diversas instituições como a Universidade do Porto, CCDR-N, Museu do Douro, Porto Bussiness School, Turismo do Douro ou Comissão dos Vinhos Verdes.

Tem trabalhos seus publicados em cerca de 30 livros, tendo participado em aproximadamente 20 exposições individuais e colectivas.

Está representado nas colecções do Centro Português de Fotografia e Museu do Douro.

Tesouros do MAD Oriente e Ocidente -  Mobiliário no cruzamento de culturas 
Faianças da fábrica de Darque – Viana, séc. XVIII / XIX Colecções, conexões e simbologias
“Viana, fiel amiga do mar. Memórias da Empresa de pesca de Viana”
19 de agosto a 27 de outubro de 2013

Organização: Centro de Estudos Regionais, Junta de Freguesia de Monserrate e Câmara Municipal de Viana do Castelo

 "Viana em análise: 8 visões entre o contexto e a utopia"
24 de abril a 10 de junho de 2013

Viana do Castelo está em análise! Cidade profundamente marcada pela sua história e tradições, enquanto "organismo vivo", depende das dinâmicas quotidianas para a sua sobrevivência. Estas resultam da participação de vários intervenientes porém, a arquitetura enquanto disciplina organizadora do espaço, tem um papel relevante. Da escala territorial ao projeto do edifício, o arquiteto procura transformar em espaço as vontades de um determinado tempo. Tarefa tradicionalmente exigente, é hoje em dia cada vez mais difícil, quer pela complexidade dos desafios que se colocam, quer por uma certa emergência do curto prazo que reduz o espaço de reflexão. 

"Viana em análise: 8 visões entre o contexto e a utopia" é uma exposição de trabalhos académicos de alunos do Mestrado Integrado em Arquitetura da Universidade do Minho. Estes resultam da conjugação de duas unidades curriculares do 4º ano da área disciplinar de construção e tecnologia: Atelier e Seminário coordenados por André Cerejeira Fontes e Paulo Lago de Carvalho respetivamente. O objetivo é contribuir para um debate necessário, partilhando visões que pela sua ambição sejam elas própria um estímulo à reflexão.

O projeto paralelo #vervianadocastelo convoca a comunidade de Viana do Castelo para participar na exposição com o envio de fotografias de telemóvel que resultarão num "slide show" de histórias particulares dentro de uma mesma plataforma coletiva/virtual (www.vervianadocastelo.net), que estará projetada no museu durante a exposição podendo ao mesmo tempo ser vista globalmente.

Ficha Técnica:

Promotores - C.M. de Viana do Castelo e Escola de Arquitectura da Universidade do Minho

Comissariado - Paulo Lago de Carvalho 

Design - Hey CECILIA!

Fotografia - Carlos Valencia Maya

Sonoplastia - Miguel Arieira

"Tempo de Ver" - Emília Nadal
26 de janeiro a 30 de março de 2013
"Serralves - Do Chão: Projéctil"
1 a 31 de dezembro de 2012

A exposição apresenta os “estilhaços” (filmes, desenhos, fotografias, objetos) do workshop em que um artista plástico e um ator/encenador (Samuel Silva e Tó Maia) trabalharam com um grupo de participantes aos quais foram propostas várias experiências de construção performativa e plástica que articulam de forma lúdica e provocadora o espaço, o corpo, o movimento e os objetos.

Exposição de Cartazes da Comissão Reguladora do Comercio do Bacalhau
5 de outubro a 4 de novembro de 2012

Propriedade do Museu Marítimo de Ílhavo.

“Emoções” - Exposição de Pintura de Cristina Troufa
10 de agosto a 30 de setembro de 2012


"Livre Circulação"- Obras da Colecção da Fundação de Serralves
3 de abril a 15 de julho de 2012

Comissariado: João Fernandes
Exposição que reúne obras de artistas fundamentais das últimas quatro décadas existentes na Colecção da Fundação de Serralves, redefinindo e cruzando os limites da experiência da arte e dos lugares onde ela é apresentada. O confronto individual nessa superação dos limites não diminui a acessibilidade a esse confronto que a exposição propiciará e que o seu título traduz. O conceito de circulação, com a sua inerente mobilidade de pontos de vista e de referências por parte do espectador, é explorado a partir de obras que utilizarão sobretudo a escultura, a pintura, o desenho e o vídeo como suporte.

"Agora, a Seguir e Como"
4 de dezembro de 2011 a 28 de fevereiro de 2012

Instalação do Estúdio Candonga e Feedback Studio, que apresenta trabalhos de pintura e fotografia realizados durante o projecto Target Camera/Drop Box, realizado no âmbito de Para Uma Bienal.

“Património Artístico da Santa Casa da Misericórdia Viana do Castelo”
29 de julho a 31 de dezembro de 2011
"Poesia Experimental Portuguesa" - Coleção da Fundação Serralves
6 de maio a 11 de setembro de 2011

Esta exposição esteve patente na galeria do Museu, ao abrigo do protocolo celebrado entre o Município de Viana do Castelo e a Fundação Serralves.



"Tinteiros e Outros Objetos na Antiga Arte da Escrita"
19 de março a 30 de maio de 2010